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Adeus Paranjana

Adeus Paranjana

Se você quer conhecer Fortaleza, é muito simples. Eu te ofereço uma carona na última viagem do Paranjana. Vamos? Um típico morador de Fortaleza, com certeza, em algum momento, já usou essa linha que percorre 46 km, passando pelos terminais de Antônio Bezerra, Lagoa, Papicu e Parangaba. 


Com 105 paradas em todo seu trajeto, leva, diariamente, entre 42 e 48 mil passageiros, cada um ali com suas histórias, fatos e experiências. Tem a empregada doméstica que sai da periferia ainda com o sol nascendo, com destino “as Aldeotas”. 

Tem a vendedora de loja que luta por um espaço no ônibus e reza para alguém segurar os seus livros, pois, depois do trabalho, ainda terá um segundo expediente: o da escola. Tem o espertalhão que tira vantagem do desatento e furta a carteira daquele trabalhador que possuía somente o dinheiro contado da passagem.

Há os enxeridos que aproveitam o balanço do ônibus para acochar as meninas. Há os evangélicos que, vendo uma multidão, não perdem a oportunidade de pregar. Há os vendedores de bala que podiam está “matando ou roubando”, mas estão ali pedindo aos passageiros. Há os apressados que xingam o motorista em cada curva desastrosa. Há os solícitos que gritam lá do fundão: “abre a porta que a mulher tá presa”.

E existe eu e você que também embarcamos na aventura do Paranjana que, do ponto inicial ao final, demora 2h para percorrer. Nesse espaço de tempo, conhecemos pessoas, encontramos amores, presenciamos brigas, sobrevivemos aos assaltos, pegamos doenças...Tenho amigos que afirmam que os anticorpos que têm são graças às viagens no Paranjana.

Chego ao fim do meu percurso e desembarco desta linha que, de uma forma ou de outra, fez parte da vida de muitos fortalezenses, promovendo um movimento pendular que se constitui no vaivém dos trabalhadores e estudantes, da ida e volta de suas residências até o serviço ou escola, normalmente, localizados distantes de suas moradas. 

E se você não teve oportunidade de conhecer o Paranjana, não fique triste, você tem uma segunda chance: embarque no Grande Circular, quem sabe a gente se encontra por lá. E para você, Paranjana, fica meu adeus, só não posso dizer que sentirei saudades.

Helayne Serafim / Jornalista

Se você quer conhecer Fortaleza, é muito simples. Eu te ofereço uma carona na última viagem do Paranjana. Vamos? Um típico morador de Fortaleza, com certeza, em algum momento, já usou essa linha que percorre 46 km, passando pelos terminais de Antônio Bezerra, Lagoa, Papicu e Parangaba. 


Com 105 paradas em todo seu trajeto, leva, diariamente, entre 42 e 48 mil passageiros, cada um ali com suas histórias, fatos e experiências. Tem a empregada doméstica que sai da periferia ainda com o sol nascendo, com destino “as Aldeotas”. 

Tem a vendedora de loja que luta por um espaço no ônibus e reza para alguém segurar os seus livros, pois, depois do trabalho, ainda terá um segundo expediente: o da escola. Tem o espertalhão que tira vantagem do desatento e furta a carteira daquele trabalhador que possuía somente o dinheiro contado da passagem.

Há os enxeridos que aproveitam o balanço do ônibus para acochar as meninas. Há os evangélicos que, vendo uma multidão, não perdem a oportunidade de pregar. Há os vendedores de bala que podiam está “matando ou roubando”, mas estão ali pedindo aos passageiros. Há os apressados que xingam o motorista em cada curva desastrosa. Há os solícitos que gritam lá do fundão: “abre a porta que a mulher tá presa”.

E existe eu e você que também embarcamos na aventura do Paranjana que, do ponto inicial ao final, demora 2h para percorrer. Nesse espaço de tempo, conhecemos pessoas, encontramos amores, presenciamos brigas, sobrevivemos aos assaltos, pegamos doenças...Tenho amigos que afirmam que os anticorpos que têm são graças às viagens no Paranjana.

Chego ao fim do meu percurso e desembarco desta linha que, de uma forma ou de outra, fez parte da vida de muitos fortalezenses, promovendo um movimento pendular que se constitui no vaivém dos trabalhadores e estudantes, da ida e volta de suas residências até o serviço ou escola, normalmente, localizados distantes de suas moradas. 

E se você não teve oportunidade de conhecer o Paranjana, não fique triste, você tem uma segunda chance: embarque no Grande Circular, quem sabe a gente se encontra por lá. E para você, Paranjana, fica meu adeus, só não posso dizer que sentirei saudades.

Helayne Serafim / Jornalista

Adeus Paranjana
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Direitos Sociais

Direitos Sociais

O Jornal Vila Notícia vem, nesta edição, inaugurar a seção Conscientização Legal, a fim de que possamos demonstrar a nossa proposta, colocamos em pauta os Direitos Sociais.


O artigo 6º da Constituição declara: “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta constituição”. 

Assim, queremos despertar os moradores do Grande Vila Velha e de Fortaleza a reflexão sobre a efetivação desses direitos fundamentais garantidos em nossa Lei Maior. Desse modo, surgem alguns questionamentos: Como é avaliada a Educação em nossa região? Os pais conseguem vagas nas escolas ou são reféns de favores de políticos de idoneidade duvidosa? Quanto à saúde, como está a construção da Unidade de Saúde tão falada e usada na propaganda política por oportunistas de longas datas, ou ainda, como está a reforma do Hospital Distrital Gonzaga Mota da Barra do Ceará? Tanto a reforma mais recente, quanto àquela outra nos fundos da Unidade Hospitalar que estava paralisada por problemas na prestação de contas na gestão do Diretor que, hoje, é vereador e quer aparentar ser o defensor da moralidade e honestidade são também Direitos Sociais, segundo o dispositivo retro mencionado, a moradia, o lazer, a segurança, além de proteção a infância. 

Temos, em nosso bairro, uma Política Habitacional  em parceria com os órgãos responsáveis pela preservação do Meio Ambiente? Como estão sendo atendidas as crianças e os adolescentes vulneráveis aos problemas com entorpecentes e cooptados pelos líderes destes agrupamentos de menores infratores?

O povo não aprova quem só mostra os defeitos, por isso, queremos ver iniciativas das autoridades e estaremos prontos para dar as boas novas, afinal, o nosso bairro está se desenvolvendo com o protagonismo de muita gente e não somente por iniciativas interesseiras de senhores feudais do século XXI.

Sergio Barros \ Redação

O Jornal Vila Notícia vem, nesta edição, inaugurar a seção Conscientização Legal, a fim de que possamos demonstrar a nossa proposta, colocamos em pauta os Direitos Sociais.


O artigo 6º da Constituição declara: “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta constituição”. 

Assim, queremos despertar os moradores do Grande Vila Velha e de Fortaleza a reflexão sobre a efetivação desses direitos fundamentais garantidos em nossa Lei Maior. Desse modo, surgem alguns questionamentos: Como é avaliada a Educação em nossa região? Os pais conseguem vagas nas escolas ou são reféns de favores de políticos de idoneidade duvidosa? Quanto à saúde, como está a construção da Unidade de Saúde tão falada e usada na propaganda política por oportunistas de longas datas, ou ainda, como está a reforma do Hospital Distrital Gonzaga Mota da Barra do Ceará? Tanto a reforma mais recente, quanto àquela outra nos fundos da Unidade Hospitalar que estava paralisada por problemas na prestação de contas na gestão do Diretor que, hoje, é vereador e quer aparentar ser o defensor da moralidade e honestidade são também Direitos Sociais, segundo o dispositivo retro mencionado, a moradia, o lazer, a segurança, além de proteção a infância. 

Temos, em nosso bairro, uma Política Habitacional  em parceria com os órgãos responsáveis pela preservação do Meio Ambiente? Como estão sendo atendidas as crianças e os adolescentes vulneráveis aos problemas com entorpecentes e cooptados pelos líderes destes agrupamentos de menores infratores?

O povo não aprova quem só mostra os defeitos, por isso, queremos ver iniciativas das autoridades e estaremos prontos para dar as boas novas, afinal, o nosso bairro está se desenvolvendo com o protagonismo de muita gente e não somente por iniciativas interesseiras de senhores feudais do século XXI.

Sergio Barros \ Redação

Direitos Sociais
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Uma mulher à frente do seu tempo!

Uma mulher à frente do seu tempo!

Filha de Daniel de Queiroz e Clotilde Franklin de Queiroz, descendendo, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar, portanto, parente do autor de Iracema, e, pelo lado paterno, dos Queiroz, família de raízes lançadas em Quixadá e Beberibe, eis a origem da ilustre cearense Raquel de Queiroz.

Professora, jornalista, romancista, cronista e teatróloga, Raquel de Queiroz nasceu em Fortaleza, em 17 de novembro de1910. Foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras (1977) eleita para a Cadeira de nº 5, na sucessão de Cândido Mota Filho, e uma das mais importantes romancistas do movimento regionalista contemporâneo do Nordeste.

Em 1917, viajou com a família para o Rio de Janeiro, onde procurava, através da migração, fugir dos horrores da seca de 1915. Regressando à Fortaleza, a autora matriculou-se no Colégio da Imaculada Conceição, diplomando-se em 1925, aos 15 anos de idade.

Estreou no jornalismo em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queiroz, publicando trabalho no jornal O Ceará, do qual se tornou redatora efetiva. Em fins de 1930, publicou o romance O Quinze, que teve inesperada e grande repercussão no Rio e em São Paulo.

Com vinte anos apenas, projetava-se na vida literária do país, agitando a bandeira do romance social, profundamente realista em sua busca por mostrar a luta secular de um povo contra a miséria e a seca. Em sua primeira edição, O Quinze apareceu em modesta tiragem de mil exemplares, recebendo crítica de Augusto Frederico e Graça Aranha. A consagração veio com o Prêmio da Fundação Graça Aranha, que lhe foi concedido em 1931, ano de sua primeira distribuição oficial. Em 1932, publicou um novo romance, intitulado João Miguel; em 1937, retornou com Caminho de Pedras. Dois anos depois, conquistou o prêmio da Sociedade Felipe d’Oliveira, com o romance As Três Marias.

No Rio, onde residiu desde 1939, colaborou no Diário de Notícias, em O Cruzeiro e em O Jorna). Cronista emérita publicou mais de duas mil crônicas. Para o teatro escreveu duas peças, Lampião, escrita em 1953, e A Beata Maria do Egito, de 1958, agraciada com o prêmio de teatro do Instituto Nacional do Livro. No campo da literatura infantil, escreveu o livro O menino mágico, a pedido de Lúcia Benedetti.  A obra surgiu, entretanto, das histórias que a autora inventava para seus netos. Dentre as suas atividades, destacava-se também a de tradutora, com cerca de quarenta volumes já vertidos para o português.

A escritora foi membro do Conselho Federal de Cultura, desde a sua fundação, em 1967, até sua extinção, em 1989. Participou da 21ª Sessão da Assembléia Geral da ONU, em 1966, em que serviu como delegada do Brasil, trabalhando, especialmente, na Comissão de Direitos do Homem. Em 1988, iniciou a colaboração semanal no jornal O Estado de São Paulo e no Diário de Pernambuco.

Seu último grande sucesso literário foi Memorial de Maria Moura (1992) que se tornou minissérie de televisão. Sofrendo de diabetes, Raquel de Queiroz morreu enquanto dormia, em sua casa no bairro do Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, 13 dias antes de completar 93 anos, vítima de um infarto do miocárdio. Se ainda estivesse viva, a escritora cearense completaria em 17 de novembro do ano corrente, 100 anos de idade, muito embora sua partida signifique uma perda para a literatura brasileira, sua arte e vasta obra continuam a inspirar toda uma geração, que vê nas letras, uma forma também, de expressão, voz e vez.

Mara de Moura / Acadêmica de Letras da UFC

Filha de Daniel de Queiroz e Clotilde Franklin de Queiroz, descendendo, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar, portanto, parente do autor de Iracema, e, pelo lado paterno, dos Queiroz, família de raízes lançadas em Quixadá e Beberibe, eis a origem da ilustre cearense Raquel de Queiroz.

Professora, jornalista, romancista, cronista e teatróloga, Raquel de Queiroz nasceu em Fortaleza, em 17 de novembro de1910. Foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras (1977) eleita para a Cadeira de nº 5, na sucessão de Cândido Mota Filho, e uma das mais importantes romancistas do movimento regionalista contemporâneo do Nordeste.

Em 1917, viajou com a família para o Rio de Janeiro, onde procurava, através da migração, fugir dos horrores da seca de 1915. Regressando à Fortaleza, a autora matriculou-se no Colégio da Imaculada Conceição, diplomando-se em 1925, aos 15 anos de idade.

Estreou no jornalismo em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queiroz, publicando trabalho no jornal O Ceará, do qual se tornou redatora efetiva. Em fins de 1930, publicou o romance O Quinze, que teve inesperada e grande repercussão no Rio e em São Paulo.

Com vinte anos apenas, projetava-se na vida literária do país, agitando a bandeira do romance social, profundamente realista em sua busca por mostrar a luta secular de um povo contra a miséria e a seca. Em sua primeira edição, O Quinze apareceu em modesta tiragem de mil exemplares, recebendo crítica de Augusto Frederico e Graça Aranha. A consagração veio com o Prêmio da Fundação Graça Aranha, que lhe foi concedido em 1931, ano de sua primeira distribuição oficial. Em 1932, publicou um novo romance, intitulado João Miguel; em 1937, retornou com Caminho de Pedras. Dois anos depois, conquistou o prêmio da Sociedade Felipe d’Oliveira, com o romance As Três Marias.

No Rio, onde residiu desde 1939, colaborou no Diário de Notícias, em O Cruzeiro e em O Jorna). Cronista emérita publicou mais de duas mil crônicas. Para o teatro escreveu duas peças, Lampião, escrita em 1953, e A Beata Maria do Egito, de 1958, agraciada com o prêmio de teatro do Instituto Nacional do Livro. No campo da literatura infantil, escreveu o livro O menino mágico, a pedido de Lúcia Benedetti.  A obra surgiu, entretanto, das histórias que a autora inventava para seus netos. Dentre as suas atividades, destacava-se também a de tradutora, com cerca de quarenta volumes já vertidos para o português.

A escritora foi membro do Conselho Federal de Cultura, desde a sua fundação, em 1967, até sua extinção, em 1989. Participou da 21ª Sessão da Assembléia Geral da ONU, em 1966, em que serviu como delegada do Brasil, trabalhando, especialmente, na Comissão de Direitos do Homem. Em 1988, iniciou a colaboração semanal no jornal O Estado de São Paulo e no Diário de Pernambuco.

Seu último grande sucesso literário foi Memorial de Maria Moura (1992) que se tornou minissérie de televisão. Sofrendo de diabetes, Raquel de Queiroz morreu enquanto dormia, em sua casa no bairro do Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, 13 dias antes de completar 93 anos, vítima de um infarto do miocárdio. Se ainda estivesse viva, a escritora cearense completaria em 17 de novembro do ano corrente, 100 anos de idade, muito embora sua partida signifique uma perda para a literatura brasileira, sua arte e vasta obra continuam a inspirar toda uma geração, que vê nas letras, uma forma também, de expressão, voz e vez.

Mara de Moura / Acadêmica de Letras da UFC

Uma mulher à frente do seu tempo!
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Reciclagem de Resíduos Sólidos!

Reciclagem de Resíduos Sólidos!

Atualmente, o conceito de “lixo” mudou. Antigamente, era tido como algo inútil, sem valor e proveito. Nos dias atuais, é encarado como algo que pode ser útil e aproveitável.
A maior parte do lixo que jogamos fora não é sujo, fica sujo depois de misturado com outros objetos que não estão em bom estado para o uso. Se o material jogado no lixo fosse separado adequadamente, a quantidade a ser coletada iria ser bem menor. 

No que se refere ao tratamento de detritos, existem ações simples que a gente só não realiza por não saber o correto de agir. A maneira como cuidamos do nosso lixo é uma dessas práticas que precisamos aprender, por exemplo: como separar cada objeto que lançamos fora, qual ou quais os tipos de sacos devemos usar para armazenar esses materiais, onde depositar cada tipo de lixo, conforme a cor das lixeiras.

A maior parte desse material é depositado em terrenos abandonados,  comumente chamado pela população de terrenos baldios ou “lixões”. Com o advento do consumismo, o crescimento do número e da variedade de embalagens de produtos aumentou acentuadamente. Quando os detritos são jogados nesses locais, são disputados as “tapas” por uma multidão de mendigos que fazem do lixo um novo meio de ganhar a vida. 

Contudo, o que essa gente, provavelmente, não sabe é que eles estão expostos a inúmeras bactérias, mosquitos transmissores de doenças, a leishmaniose, e outros tipos de patologias.
Vale salientar que existe uma substância gerada pela decomposição destas sobras lixo: o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra na terra levando ao solo e ao lençol freático substâncias contaminantes. No atual momento, os “lixões” estão sendo substituídos pelos aterros, sejam eles os controlados ou os sanitários.

O aterro controlado está no intermédio entre o lixão e o aterro sanitário. Ele recebe uma camada de argila e grama para a captação de chorume e gás, diminuindo ,assim, a quantidade de substância poluidora do solo. No aterro sanitário, por sua vez, a base de seu terreno é nivelado e o solo é impermeabilizado com camada de PVC. Tal procedimento, o qual é realizado previamente ao lançamento dos detritos, torna o aterro sanitário adequado para a disposição dos resíduos sólidos urbanos. 

Ainda não dispomos de mecanismos que anulem a produção de lixo, mas podemos pelo menos diminuir a produção a partir da cultura dos 3R: reduzir, reutilizar e reciclar. Muito se ouve falar em Educação Ambiental, cujo objetivo é ensinar as pessoas a utilizarem melhor os recursos que advêm da natureza. Desse modo, através de programas educativos sobre o meio ambiente, procura-se despertar a conscientização dos cidadãos para questões como a reutilização de embalagens, reciclagem, utilização abusiva de outdoors (uma das causadoras da poluição visual) etc. Assim, é possível percebermos que coisas simples, porém relevantes, poderemos fazer para evitarmos que a natureza sofra desequilíbrios e nós soframos catástrofes ambientais.

Portanto, conhecendo um pouco a importância de como cuidar do lixo, o homem se torna menos agressor da natureza e passa a respeitá-la melhor.

1) Quais são os tipos de lixo?

Existem diversas formas de classificar o lixo. Quanto à origem, o lixo pode ser classificado em residencial, comercial, público e de fontes especiais. Entre os últimos, se incluem, por exemplo, o lixo industrial, o hospitalar e o radioativo. No que tange a sua composição química, o lixo pode ser separado em orgânico ou biodegradável e inorgânico (reciclável e não reciclável). Já em relação à periculosidade, os órgãos normativos classificam o lixo em Classe I (perigosos), Classe II (não perigosos), Classe II A (não inertes), ou seja, podem ter propriedades como combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade e Classe II B (inertes).

2) Quais os danos causados pelo lixo?

Caso o lixo não tenha um tratamento e uma disposição final adequada, ele acarretará sérios problemas ao meio ambiente. O lixo pode causar a poluição do solo, tornando o ambiente propício ao desenvolvimento de transmissores de doenças, além do aspecto degradante associado ao seu entulhamento. Tudo isso, pode causar também a poluição das águas, alterando as características do ambiente aquático e a poluição do ar, originando riscos de migração de gás, explosões e até de doenças respiratórias.

3) Como os gases que são liberados pela decomposição do lixo podem ser reutilizados?

O processo de decomposição dos resíduos produz líquido percolado (chorume) e biogás. Este contém elevadas concentrações de gás metano (CH4), que pode ser utilizado como combustível. O uso deste gás, que fatalmente chegaria à atmosfera, reduz os impactos ao meio ambiente, decorrente da disposição final do lixo. 

4) Lixo x Problemas Sociais, qual sua opinião?

Todo o lixo depositado de forma irregular, seja a céu aberto ou não, atrai vetores de doenças que podem contaminar a população local. Além disso, os lixões são a única fonte de renda de milhões de brasileiros de baixa renda. Como quase todas as atividades humanas resultam em grande desperdício e, cerca de 80% do lixo brasileiro vai para depósitos a céu aberto, é muito propício que catadores revirem o lixo à procura de materiais recicláveis, de objetos de valor e até de alimentos, muitas vezes, estragados e contaminados, demonstrando o ápice da degradação humana. Somado a isso, os profissionais que trabalham na recuperação de materiais recicláveis, como catadores independentes ou cooperativados, sucateiros e aparistas, enfrentam riscos de contraírem doenças e sofrerem acidentes de trabalho.


Débora Gurgel / Redação



Atualmente, o conceito de “lixo” mudou. Antigamente, era tido como algo inútil, sem valor e proveito. Nos dias atuais, é encarado como algo que pode ser útil e aproveitável.
A maior parte do lixo que jogamos fora não é sujo, fica sujo depois de misturado com outros objetos que não estão em bom estado para o uso. Se o material jogado no lixo fosse separado adequadamente, a quantidade a ser coletada iria ser bem menor. 

No que se refere ao tratamento de detritos, existem ações simples que a gente só não realiza por não saber o correto de agir. A maneira como cuidamos do nosso lixo é uma dessas práticas que precisamos aprender, por exemplo: como separar cada objeto que lançamos fora, qual ou quais os tipos de sacos devemos usar para armazenar esses materiais, onde depositar cada tipo de lixo, conforme a cor das lixeiras.

A maior parte desse material é depositado em terrenos abandonados,  comumente chamado pela população de terrenos baldios ou “lixões”. Com o advento do consumismo, o crescimento do número e da variedade de embalagens de produtos aumentou acentuadamente. Quando os detritos são jogados nesses locais, são disputados as “tapas” por uma multidão de mendigos que fazem do lixo um novo meio de ganhar a vida. 

Contudo, o que essa gente, provavelmente, não sabe é que eles estão expostos a inúmeras bactérias, mosquitos transmissores de doenças, a leishmaniose, e outros tipos de patologias.
Vale salientar que existe uma substância gerada pela decomposição destas sobras lixo: o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra na terra levando ao solo e ao lençol freático substâncias contaminantes. No atual momento, os “lixões” estão sendo substituídos pelos aterros, sejam eles os controlados ou os sanitários.

O aterro controlado está no intermédio entre o lixão e o aterro sanitário. Ele recebe uma camada de argila e grama para a captação de chorume e gás, diminuindo ,assim, a quantidade de substância poluidora do solo. No aterro sanitário, por sua vez, a base de seu terreno é nivelado e o solo é impermeabilizado com camada de PVC. Tal procedimento, o qual é realizado previamente ao lançamento dos detritos, torna o aterro sanitário adequado para a disposição dos resíduos sólidos urbanos. 

Ainda não dispomos de mecanismos que anulem a produção de lixo, mas podemos pelo menos diminuir a produção a partir da cultura dos 3R: reduzir, reutilizar e reciclar. Muito se ouve falar em Educação Ambiental, cujo objetivo é ensinar as pessoas a utilizarem melhor os recursos que advêm da natureza. Desse modo, através de programas educativos sobre o meio ambiente, procura-se despertar a conscientização dos cidadãos para questões como a reutilização de embalagens, reciclagem, utilização abusiva de outdoors (uma das causadoras da poluição visual) etc. Assim, é possível percebermos que coisas simples, porém relevantes, poderemos fazer para evitarmos que a natureza sofra desequilíbrios e nós soframos catástrofes ambientais.

Portanto, conhecendo um pouco a importância de como cuidar do lixo, o homem se torna menos agressor da natureza e passa a respeitá-la melhor.

1) Quais são os tipos de lixo?

Existem diversas formas de classificar o lixo. Quanto à origem, o lixo pode ser classificado em residencial, comercial, público e de fontes especiais. Entre os últimos, se incluem, por exemplo, o lixo industrial, o hospitalar e o radioativo. No que tange a sua composição química, o lixo pode ser separado em orgânico ou biodegradável e inorgânico (reciclável e não reciclável). Já em relação à periculosidade, os órgãos normativos classificam o lixo em Classe I (perigosos), Classe II (não perigosos), Classe II A (não inertes), ou seja, podem ter propriedades como combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade e Classe II B (inertes).

2) Quais os danos causados pelo lixo?

Caso o lixo não tenha um tratamento e uma disposição final adequada, ele acarretará sérios problemas ao meio ambiente. O lixo pode causar a poluição do solo, tornando o ambiente propício ao desenvolvimento de transmissores de doenças, além do aspecto degradante associado ao seu entulhamento. Tudo isso, pode causar também a poluição das águas, alterando as características do ambiente aquático e a poluição do ar, originando riscos de migração de gás, explosões e até de doenças respiratórias.

3) Como os gases que são liberados pela decomposição do lixo podem ser reutilizados?

O processo de decomposição dos resíduos produz líquido percolado (chorume) e biogás. Este contém elevadas concentrações de gás metano (CH4), que pode ser utilizado como combustível. O uso deste gás, que fatalmente chegaria à atmosfera, reduz os impactos ao meio ambiente, decorrente da disposição final do lixo. 

4) Lixo x Problemas Sociais, qual sua opinião?

Todo o lixo depositado de forma irregular, seja a céu aberto ou não, atrai vetores de doenças que podem contaminar a população local. Além disso, os lixões são a única fonte de renda de milhões de brasileiros de baixa renda. Como quase todas as atividades humanas resultam em grande desperdício e, cerca de 80% do lixo brasileiro vai para depósitos a céu aberto, é muito propício que catadores revirem o lixo à procura de materiais recicláveis, de objetos de valor e até de alimentos, muitas vezes, estragados e contaminados, demonstrando o ápice da degradação humana. Somado a isso, os profissionais que trabalham na recuperação de materiais recicláveis, como catadores independentes ou cooperativados, sucateiros e aparistas, enfrentam riscos de contraírem doenças e sofrerem acidentes de trabalho.


Débora Gurgel / Redação



Reciclagem de Resíduos Sólidos!
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Marketing Pessoal

Marketing Pessoal


Primeiro, vamos entender o que é o marketing pessoal. Este pode ser definido como o conjunto de ações e comportamentos que irão providenciar a sua visibilidade profissional.


Passamos ao ponto de partida: qual nosso objetivo? Onde queremos chegar? O que queremos obter? Definido este caminho, começa um trabalho que vem de dentro para fora. Educação, atitude, etiqueta, equilíbrio, sinceridade, carisma e honestidade são alguns dos ingredientes essenciais do marketing pessoal. Profissionais que são ouvidos, cujas ideias e opiniões são levadas em consideração, são pessoas que fazem marketing pessoal, de um jeito ou de outro, consciente ou inconscientemente. Essa é uma disciplina que vale a pena ser praticada, desde que de modo adequado, e isso varia em cada caso, ambiente e situação social ou profissional. Meios profissionais conservadores exigem atitudes, ações discretas,mas também sóbrias. Meios profissionais agressivos exigem agressividade entre outros pontos. Todo trabalho de marketing pessoal passa pela forma como as pessoas enxergam você, e isso tem a ver com:

1. A forma como você trata todos à sua volta, sejam superiores, pares ou subordinados;

2. A forma como você se veste, fala, ouve os outros, sua imagem etc; 

3. A forma como você se comporta, tanto na vida profissional, como na pessoal;

4. O entusiasmo, a confiança que você transmite sobre aquilo que faz. A maioria das pessoas acredita que o marketing pessoal é feito para os altos níveis, para a diretoria. Engano. É preciso ser simpático e atencioso com todos à sua volta, por duas razões: a primeira, porque é o correto de se fazer; e a segunda, porque assim você pratica e consolida um estilo comportamental adequado, tornando-o parte de você. Com todas estas estratégias em mãos, utilize o bom senso para distinguir aquilo que é possível fazer, aquilo que não irá comprometer sua essência. Sem dúvida, o Marketing Pessoal é uma técnica eficaz para o sucesso global, mas
se utilizada de forma correta e bem intencionada, valorizando as pessoas no caminho para o sucesso pessoal e profissional.


Helano de Sousa | Consultor

Primeiro, vamos entender o que é o marketing pessoal. Este pode ser definido como o conjunto de ações e comportamentos que irão providenciar a sua visibilidade profissional.


Passamos ao ponto de partida: qual nosso objetivo? Onde queremos chegar? O que queremos obter? Definido este caminho, começa um trabalho que vem de dentro para fora. Educação, atitude, etiqueta, equilíbrio, sinceridade, carisma e honestidade são alguns dos ingredientes essenciais do marketing pessoal. Profissionais que são ouvidos, cujas ideias e opiniões são levadas em consideração, são pessoas que fazem marketing pessoal, de um jeito ou de outro, consciente ou inconscientemente. Essa é uma disciplina que vale a pena ser praticada, desde que de modo adequado, e isso varia em cada caso, ambiente e situação social ou profissional. Meios profissionais conservadores exigem atitudes, ações discretas,mas também sóbrias. Meios profissionais agressivos exigem agressividade entre outros pontos. Todo trabalho de marketing pessoal passa pela forma como as pessoas enxergam você, e isso tem a ver com:

1. A forma como você trata todos à sua volta, sejam superiores, pares ou subordinados;

2. A forma como você se veste, fala, ouve os outros, sua imagem etc; 

3. A forma como você se comporta, tanto na vida profissional, como na pessoal;

4. O entusiasmo, a confiança que você transmite sobre aquilo que faz. A maioria das pessoas acredita que o marketing pessoal é feito para os altos níveis, para a diretoria. Engano. É preciso ser simpático e atencioso com todos à sua volta, por duas razões: a primeira, porque é o correto de se fazer; e a segunda, porque assim você pratica e consolida um estilo comportamental adequado, tornando-o parte de você. Com todas estas estratégias em mãos, utilize o bom senso para distinguir aquilo que é possível fazer, aquilo que não irá comprometer sua essência. Sem dúvida, o Marketing Pessoal é uma técnica eficaz para o sucesso global, mas
se utilizada de forma correta e bem intencionada, valorizando as pessoas no caminho para o sucesso pessoal e profissional.


Helano de Sousa | Consultor
Marketing Pessoal
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ENEM 2011

ENEM 2011

O Ministério da Educação publicou edital com as regras do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deste ano, que será realizado em 22 e 23 de outubro.
As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela Internet, a partir das 10h desta segunda-feira (23), e seguem até as 23h59 do dia 10 de junho.

A taxa de inscrição é de R$ 35 e há possibilidade de isenção a estudantes membros de família de baixa renda ou que tenham concluído o Ensino Médio em escola da rede pública. A Universidade Federal do Ceará adota o ENEM como processo seletivo único para ingresso em todas as vagas de seus cursos de graduação.

O edital completo com as regras do Exame deste ano pode ser conferido no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Para se inscrever, os interessados devem acessar o site http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricao, somente no prazo estabelecido pelo MEC. O Inep anunciou ainda a primeira edição do ENEM de 2012, programada para 28 e 29 de abril.

O ENEM tem quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões de múltipla escolha e uma redação. As provas vão tratar de quatro áreas de conhecimento: ciências Humanas e suas tecnologias: história, geografia, filosofia e sociologia; ciências da natureza e suas tecnologias: química, física e biologia; Linguagens, códigos e suas tecnologias e redação: língua portuguesa, literatura, língua estrangeira (inglês ou espanhol), artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação.

No ato de inscrição, é emitida uma guia para que a taxa de R$ 35,00 seja paga em agência bancária, até dia 10 de junho. A isenção do pagamento pode ser feita por meio do sistema de inscrição. Para isso, o estudante deverá apresentar documentos que comprovem a condição de vulnerabilidade social. Os documentos serão analisados pelo INEP, que poderá negar a isenção.

A proposta do Governo Federal é que, a partir de 2012, o ENEM possa ser realizado duas vezes ao ano. Mais informações podem ser encontradas no site do MEC.


Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) - (fone: 0800 61 61 61)



Publicado por: Evaldo Paulino
O Ministério da Educação publicou edital com as regras do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deste ano, que será realizado em 22 e 23 de outubro.
As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela Internet, a partir das 10h desta segunda-feira (23), e seguem até as 23h59 do dia 10 de junho.

A taxa de inscrição é de R$ 35 e há possibilidade de isenção a estudantes membros de família de baixa renda ou que tenham concluído o Ensino Médio em escola da rede pública. A Universidade Federal do Ceará adota o ENEM como processo seletivo único para ingresso em todas as vagas de seus cursos de graduação.

O edital completo com as regras do Exame deste ano pode ser conferido no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Para se inscrever, os interessados devem acessar o site http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricao, somente no prazo estabelecido pelo MEC. O Inep anunciou ainda a primeira edição do ENEM de 2012, programada para 28 e 29 de abril.

O ENEM tem quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões de múltipla escolha e uma redação. As provas vão tratar de quatro áreas de conhecimento: ciências Humanas e suas tecnologias: história, geografia, filosofia e sociologia; ciências da natureza e suas tecnologias: química, física e biologia; Linguagens, códigos e suas tecnologias e redação: língua portuguesa, literatura, língua estrangeira (inglês ou espanhol), artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação.

No ato de inscrição, é emitida uma guia para que a taxa de R$ 35,00 seja paga em agência bancária, até dia 10 de junho. A isenção do pagamento pode ser feita por meio do sistema de inscrição. Para isso, o estudante deverá apresentar documentos que comprovem a condição de vulnerabilidade social. Os documentos serão analisados pelo INEP, que poderá negar a isenção.

A proposta do Governo Federal é que, a partir de 2012, o ENEM possa ser realizado duas vezes ao ano. Mais informações podem ser encontradas no site do MEC.


Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) - (fone: 0800 61 61 61)



Publicado por: Evaldo Paulino
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